sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Chuva


Senhor,
Vejo a chuva cair
E overde que a recebe em festa, porque sabe que ela é alimento para si, força para reflorir.
Mas, Senhor, proteja as aves do céu, os cãezinhos abandonados ao léu, o ser humano desamparado, sem teto, entre as calçadas e o céu, pois sei que Tu não quiseste assim.
É o homem desalmado que faz assim.
Conserva, então, Criador, aquilo que é Teu,
Arranca das mãos do malfeitor, todos os bens que Tu à terra deste e livra-nos do mal.

3 comentários:

  1. Muito bonito, um sentimento puro!
    beijo, ótimo fim de semana

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  2. Linda poesia. Leve.
    Parabéns.
    Beijo grande.

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  3. Oi Lice, quanto tempo não apareço , mas tenho visto seus escritos, diga-se de passagem sempre recheados de espiritualidade que lhe é peculiar.
    Parabéns!
    Estou com saudades!
    Graça Matos
    www.inquietalitera.blogspot.com

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